segunda-feira, 9 de abril de 2018

Por que Torpedos de Itaipu?



Tenho muito orgulho dos meus livros, que perambulam pelos hemisférios, continentes, países, cidades, vilas, praias. São oito os que já publiquei e penso em escrever mais um este ano. Meu receio é essa transição do papel para o digital. Não sei qual formato adotar. Enfim, melhor deixar a ideia decantar, flutuar.

Um desses livros se chama “Torpedos de Itaipu”, que publiquei nos anos 1990. Foi editado pela Artware, de Alberto Magalhães, com capa e desenhos internos do Renato Bittencourt. O livro foi inspirado na praia de Itaipu, situada na Região Oceânica de Niterói-RJ, que durante muitos anos frequentei porque, além de linda, Itaipu tem uma energia diferente, extremamente positiva. As praias são como cachorros, são elas que escolhem os “donos”. Itaipu me escolheu.

O livro é totalmente vadio, os temas são livres e até libidinosos. Se fosse lançado hoje seria pendurado em poste, fuzilado e trucidado em pedaços pela ditadura do politicamente correto. Na época não havia essa facção neo nazista de uniformizar tudo, padronizar tudo, achatar tudo, ditar regras, ditar hinos, gritos, ditar dogmas, conceitos, preconceitos. Como o mundo anda imbecil.

Ano passado em homenagem a Itaipu daqueles anos e ao livro que publiquei batizei com o nome de “Torpedos de Itaipu” o programa que produzo e apresento na Rádio Oceânica FM (105,9 para quem está na Região Oceânica de Niterói), emissora que você pode ouvir agora acessando www.oceanicafm.radio.br , 24 horas no ar. Torpedos vai ao ar as quintas e domingos, 22 horas.

O programa já está em sua semana 26 e dei um cavalo de pau no conceito dele, como você pode perceber na edição que disponibilizo ali em cima em podcast. Está mais livre, mais vadio, mais Itaipu.

Conto com a sua audiência e principalmente com a sua opinião. É só escrever para torpedosdeitaipu@gmail.com