domingo, 6 de maio de 2018

O milionário negócio dos movimentos de ocupação e centrais sindicais

       Foto do sul africano Kevin Carter, em 1993, no Sudão. O fotógrafo cometeu suicídio um ano depois. O menino da foto era Kong Nyong, que estava sofrendo de má nutrição severa na época, mas já tinha começado a receber ajuda da ONU. Na foto, é possível ver a pulseira de identificação da entidade no braço da criança. E, ao contrário do que muitos pensavam, ele não morreu na época da foto. Segundo seu pai, Kong morreu adulto em 2006, devido a uma febre.


O imposto sindical enfiou R$ 3,6 bilhões nos bolsos dos sindicatos e, em consequência, nas centrais sindicais em 2017. Hoje há 16 mil e 700 sindicatos no país e 12 centrais sindicais oficiais. O imposto sindical, em tese, foi extinto mas a indústria de liminares obriga muitos trabalhadores descontar um dia de trabalho para os arrivistas sindicalistas. Sem dúvida, um grande negócio. Para os arrivistas.

Na outra ponta avançam, crescem e incham os movimentos de ocupação de imóveis. Na cidade de São Paulo já 162, muitos extorquindo com violência os miseráveis habitantes. Foi o caso do prédio que pegou fogo e desabou no último dia primeiro, dominado por um tal Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM) que age como as milícias.

O Globo publica hoje: “Um ex-ativista e ex-funcionário da prefeitura conta que uma estratégia desses grupos obscuros é a de invadir prédios sabidamente inabitáveis para, ao serem despejados, passarem a receber auxílio-aluguel da prefeitura — hoje, 28 mil famílias recebem o benefício e outras duas mil estão na fila pelo recurso, de R$ 400 mensais.
— Flagramos falsas lideranças indo sacar o benefício com as famílias e já os obrigando a repassar na íntegra, na boca do caixa — diz o homem, que prefere não se identificar.

Na verdade, está tudo errado no Brasil. Por falta de um planejamento familiar que foi proposto nos anos 1970 a população no Brasil inchou, principalmente nas áreas mais miseráveis. A proposta de controle da natalidade provocou um ataque de pânico em muitos políticos que perderiam votos de cabresto caso fechassem as novas torneiras de eleitores necessitados. Os maus religiosos também sentiram calafrios com a possibilidade de verem minguar os seus rebanhos que compram milagres com dinheiro suado, à vista. Até uma facção da igreja católica pressionou.

Em suma, o planejamento familiar foi engavetado e o “brasilsão” que vemos hoje é, na verdade, um campo de concentração de esfolados e famintos, explorados em todas as pontas, principalmente pela ala podre dos chamados movimentos sociais, alguns conectados ao império do narcotráfico representado pelo PCC, CV, ADA, etc.

Os milicianos não assumidos agem na origem. Caçam os miseráveis em suas sub moradias penduradas em periferias degradadas de regiões metropolitanas ou no interior seco, sem chuva. Mandam milhares e milhares para o “sul maravilha”, que de maravilha nada tem, e as vítimas passam a trabalhar para eles, milicianos que são ligados a movimentos sociais indignos.

E assim, a roda da miséria segue girando. E matando.