Foi num domingo, não muito distante, que o Facebook me censurou. Deve ter se arrependido.
Texto restaurado e remixado. Domingo é dia de leveza, de banzo. Preguiça de levantar, de sair, ir a praia. Vontade de dar “pause” e ficar à toa. Domingo é o dia do “nada de novo existe neste planeta” Os jornais chegam obesos as bancas, com 70% dos assuntos classificados pelos mal humorados abutres existenciais como “dispensáveis”. Os amargos e rancorosos costumam golfar que “jornal de domingo é fútil e inútil”. Como um apaixonado pela profissão, surfando em redações e afins desde os 16 anos, não acredito em bons jornais frívolos. Acredito, isso sim, em jornalistas bananas, ou afetados, ou salta pocinhas (essa roubei do grande Paulo Francis) que perambulam por aí. Ou, pior ainda, já vi, vejo e verei jornalistas ruins que conseguem trabalhar porque são baratos. Só por isso. E tome eZiste com Z, notícia mal apurada ou o “googlepress”. Para eles, está no Google é lei. Se sair lá que um ovo botou uma codorna eles copiam colam no texto e publicam, sem o menor constrangim...