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Foi num domingo, não muito distante, que o Facebook me censurou. Deve ter se arrependido.

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  Texto restaurado e remixado. Domingo é dia de leveza, de banzo. Preguiça de levantar, de sair, ir a praia. Vontade de dar “pause” e ficar à toa. Domingo é o dia do “nada de novo existe neste planeta” Os jornais chegam obesos as bancas, com 70% dos assuntos classificados pelos mal humorados abutres existenciais como “dispensáveis”. Os amargos e rancorosos costumam golfar que “jornal de domingo é fútil e inútil”. Como um apaixonado pela profissão, surfando em redações e afins desde os 16 anos, não acredito em bons jornais frívolos. Acredito, isso sim, em jornalistas bananas, ou afetados, ou salta pocinhas (essa roubei do grande Paulo Francis) que perambulam por aí. Ou, pior ainda, já vi, vejo e verei jornalistas ruins que conseguem trabalhar porque são baratos. Só por isso. E tome eZiste com Z, notícia mal apurada ou o “googlepress”. Para eles, está no Google é lei. Se sair lá que um ovo botou uma codorna eles copiam colam no texto e publicam, sem o menor constrangim...

“Tudo por um Sonho”, um filmaço

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                                         Assista o trailer. Texto restaurado e reeditado É o nome de um grande filme. Um grande filme que tem como título original “Chasing Mavericks” e é estrelado por Gerard Butler, Jonnhy Weston e Elisabeth Shue. A direção é de Michael Apted e Curtis Hanson. Vale à pena pegar numa locadora. Não é um filme. É um filmaço. Eu estava rondando a locadora de DVDs há uns dois meses, desde que li a respeito de “Tudo por um Sonho”. Quando assisti, fui pego por uma agradável surpresa. A história real do surfista Jay Moriarity ganhou um roteiro magistral. Amor abissal, incompreensão crônica, afeto jogado no fundo do mar, ondas gigantes conscientes, inconscientes e também em Mavericks, um dos mais disputados points de surfe do mundo. Os desencontros entre os personagens (repito, todos reais) na Califórnia ensolarada que contrasta com o caos af...

Hoje, retornei a vida de cronista

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Clique e leia: http://www.gazetanit.com.br/94/gazeta.pdf 

O rolezinho e o direito dos mais humildes, ou, a segregação é muito mais grave do que o arrastão

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O rolezinho, invenção paulista, entrou na ordem do dia. Grupos de jovens combinam pela internet dar um rolé (em São Paulo é rolê) nos shoppings para se divertirem. Os criminosos reacionários de plantão, maurições que curtem estacionar seus bólidos luxuosos e cafonosos comprados em 800 prestações em frente a rampas de deficientes, chamam o rolezinho de arrastão. Não é. Os reacionários tem que engolir que desde a criação do Real por FHC, as classes mais pobres tiveram um aumento significativo na renda, o que permite, por exemplo, entrarem em shoppings e comprar roupas, ou óculos escuros ou tênis. Não importa. Ser humilde é uma condição, entrar nos shoppings um direito. Chamar passeios de gente humilde por shoppings de arrastão é segregação, molecagem. Se um bando de faraós, paramentados, ostentando diamantes, entrar num shopping e roubar celulares, bolsas e tudo mais, estará cometendo um arrastão. Pode ser um grupo de magnatas do petróleo, colecionadores de Ferraris, não impor...

Crise nos serviços - a incompetência do Brasil (embaixo, leia "A Magia do Led Zeppelin")

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Rolezinho em shopping. Texto restaurado e remixado Não creio que o Brasil tenha passado por uma fase tão incompetente como a atual. Em todos os setores. E o que mais irrita é a passividade de todos nós, que pagamos caro para termos serviços e consideração e recebemos em troca desserviços e total falta de respeito, coices. O Detran do Estado do Rio inventou a vistoria anual dos carros. Embolsa uma boa grana com isso. Só que as vítimas, também conhecidos como cidadãos, durante algumas semanas do ano passado não conseguiam marcar a tal vistoria porque a empresa que fazia o serviço por telefone foi dispensada. Restava a única opção: agendamento pela internet. Você entrava no site, clicava lá em vistoria e aparecia o aviso para aguardar porque o sistema estava sobrecarregado. E quando conseguia entrar os postos de vistoria estavam lotados, sem vagas. Aí você desistia, cai numa blitz, tinha o carro rebocado sabe-se lá para onde, pagava uma nota de multa e ficava tudo por iss...

A magia do Led Zeppelin

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                                          Led Zeppelin, 1969                                          Led Zeppelin, 1975                                                                                                                       Jimmy Page e Robert Plant, anos 1990. Meio da rua, no Marrocos                                                     ...

IPVA, ou, até quando nossa covardia vai deixar o Estado nos estuprar

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Impressionante a nossa covardia. No início de fevereiro, como já é tradição, o governo do estado pega a foice chamada IPVA e sai por aí degolando, na maior cara de pau. Quem tem carro paga porque esse mesmo governo que deveria garantir transporte publico decente nada faz. O que mais me inflama é o conceito do IPVA, que eu pensava servir para a melhoria das estradas, ruas avenidas. Nada disso. É facada pura e simples, como explica o site Significados. O grifo é meu: "IPVA é a sigla de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, que é um imposto estadual com o objetivo de arrecadar dinheiro sobre os automóveis das pessoas, independe de qual tipo de veículo for. “O único objetivo do IPVA é arrecadar dinheiro , e esse imposto é cobrado apenas de veículos que circulam em terra, ou seja, não compreende nenhum outro tipo, como barcos, lanchas, e etc. O IPVA é cobrado anualmente, e não tem relação nenhuma com a situação das estradas, ou das ruas, ele é apenas...