domingo, 2 de julho de 2017

O terrorismo já governa o Estado do Rio

O amigo Cezar Motta, brilhante jornalista, postou este comentário no Facebook, semana passada:

Em Londres, o atropelamento de pessoas em uma das pontes do Tâmisa deu notícia no mundo todo, assim como o esfaqueamento de transeuntes por um maluco. Terrorismo!, foi o alarme em todo o planeta. E é realmente alarmante.
No Brasil, alguém arremessa uma granada na porta de um bar de Copacabana, uma pessoa morre na explosão (poderiam ser várias); um tarado sai atropelando skatistas na rua em Sampa; as chacinas se repetem na periferia das grandes cidades; gays e trans são abatidos a tiros ou espancados até à morte...e tudo bem.
O que é isso, afinal, diante da destruição que o país vem sofrendo há 14 anos?...”
O terrorismo organizado das facções criminosas associadas, basicamente, ao narcotráfico chegaram ao poder no Estado do Rio, onde não só as cidades da região metropolitana como também do interior estão submetidas ao seu jugo cruel e nefasto.
Desde os anos 1970 a luz vermelha está acesa. A senha era “o morro vai descer”, mas ninguém acreditou. Achavam que era delírio dos intelectuais. O terror das facções elegeu e comprou maus políticos, maus policiais, maus juízes, maus jornalistas, corrompeu a sociedade e hoje domina o Estado.
Empunhando fuzis até mais modernos do que os utilizados pelo Estado Islâmico, Talibã e outros (como entram no Brasil? $$$), o exército do tráfico (os jihadistas daqui) cada vez maior e mais insano, determina toque de recolher, quem morre, quem vive, quem entra, quem sai. O terror nos submete as suas leis e normas.
Tudo isso se junta a explosão de corrupção em setores da Polícia Militar associada a uma Assembleia Legislativa alienada e voltada para seus próprios interesses, Justiça emperrada, enfim, cada um dos 17 milhões de fluminenses já sabe que perdeu. Viramos escravos do terror.
Os novos comandantes do Rio (todos sabemos, basta de hipocrisia!) obrigam garotas e mulheres a engravidar para que o exército não pare de aumentar. Tem como “aliado” um governador pífio, sucessor de Sergio Cabral, que assaltou os nossos cofres e levou ao desespero cronico aposentados, pensionistas e funcionários do Estado que passam graves necessidades (isso também é terrorismo) porque Cabral e seu bando de meliantes amigos torraram o dinheiro do funcionalismo em joias, palácios, delírios.
Solução para o terror no Rio? Não conheço. Acho que ninguém conhece. O comando do tráfico usa a população inocente como escudo, seguindo a receita dos terroristas do Oriente Médio. Impede, assim, que as forças armadas possam confrontá-los, sob pena de matar milhares de inocentes.
E agora?