sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O que é que a boiada tem?

O que é que a boiada tem?

Minha única incursão na pecuária é quando me atraco com uma picanha ou mignon num bom restaurante. Desde que não seja Friboi ou qualquer bosta produzida pela JBS.

Tentei até arriscar no mercado, muitos anos atrás, quando fui um dos 20 mil babacas que comprar Certificados de Investimento Coletivo (CICs)* de uma empresa que vendeu mais boi de papel do que boi de fato, o que chamei numa reportagem em São Paulo de “Boi sem mugido”.

O presidente da Presidente da Fazendas Reunidas Boi Gordo, o empresário Paulo Roberto de Andrade jura que vai pagar a todo mundo. Todos, menos a mim cujo certificado estava naquela Kombi que fazia uma mudança minha, foi roubada no caminho e depenada. Os ladrões levaram meus discos, livros (de vinil não liguei, mas todos os meus CDs foi demais!), títulos de cidadania, diploma do jardim de infância e os cacetes.

Curiosamente os pan corruptos  irmãos sertanojos Joesley e Wesley Batista chupam grana de bois. Chupam, lavam, fraudam, etc.
O Grão Mor da corrupção no Estado do Rio, o cabeça da família Picciani, professor de roubalheira generalizada de Sérgio Cabral, comparsa de Paulo Melo e do quase membro vitalício do Tribunal de Contas do Estado, escrotóide Edson Albertassi, também é cafetão do gado.

Quer dizer, o Grão Suíno Picciani usa o seu exército de chifrudos, espalhados em várias e milionárias fazendas para todo o tipo de tramoias, inclusive presidir a Alerj, um puxadinho que mantem no centro do Rio, habitado por suínos de várias espécies que trabalham pelo mal do serviço público. Um puteiro (no mau sentido) de verbas púbicas como a mais recente descoberta da PF. Mediante algumas dezenas de milhões de reais, Picianni, Paulo Melo e o escrotóide Edson Albertassi empresas deram um rombo de R$ 280 BILHÕES no Estado do Rio. 
Conclusão: o estado faliu.

Mas e o fascínio pelo boi que os corruptos tem? O que será? O que é que a boiada tem?

* Minha última aventura no cassino chamado bolsa de valores foi quando, assistindo TV, vi Amaral Gurgel perguntando: “Se Henry Ford te chamasse para ser sócio, você seria?”. E convidou para a compra de ações para financiar o carro BR 800.
Eu e meu saudoso amigo Alex Mariano, fera também em mercado financeiro, compramos. 
O BR 800 foi lançado. Dias depois a Fiat acabou com ele lançando o Uno Mille. A Gurgel faliu e minhas ações foram para Bicas, MG. Nunca mais olhei nem para o site da bolsa de valores.