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Avalanche de lançamentos

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  O selo Maxilar e a Ditto Music lançam uma ação coletiva de marketing, juntamente com quase uma centena de rádios, programas e podcasts de música. Muito se diz que não há nada de novo no mercado brasileiro e se questiona a qualidade do que nos é apresentado nos canais tradicionais de música. O selo Maxilar teve a ideia de, de uma só vez, apresentar novidades inéditas que supram a necessidade de ouvidos realmente interessados no que temos de melhor. São 4 lançamentos totalmente diferentes entre si, que serão tocados por esses programas e rádios, que por sua vez compartilharão o post drirodrigoneste dia 18 de Junho no facebook e instagram, todos ao mesmo tempo. Esse é o link para download dos singles, capas e posts da Avalanche de lançamentos: https://we.tl/t-aqNHlIF3PJ Um pouquinho sobre cada single: - Persie Feat. Luíza e Os Alquimistas - "Baixo Oceano" O novo single é uma balada romântica onde Persie conta com a luxuosa participação de Luísa e os Alquimistas, que...

A Itabira de Cada um – Martha Batalha, O Globo

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         Na última coluna escrevi sobre um beija-flor com a asa machucada que encontrei na rua. Muita gente quis saber o que aconteceu, respondi e-mails e escrevi nas redes que o bichinho se recuperou. O que não disse foi o que aconteceu durante os três dias que passamos juntos. Com o beija-flor, não muito. Dormiu numa caixa de sapatos, tomou água com açúcar, ficou bom e foi embora. Comigo, a experiência foi como um corte na lona de um cenário, cenário a vida que eu tenho agora, corte para uma memória de infância. Início dos anos 1980. Eu com 8 anos, perambulo descalça no condomínio. Ali na frente, caído junto a uma árvore, está um filhote de passarinho. Corro com ele para casa, onde minha mãe alimenta o bicho com mingau de milho. De noite, ele dorme sobre fiapos de jornal dentro de uma cuia de chimarrão. No dia seguinte, escondo a cuia na mochila e vou para a escola. A mochila pia, crianças se aglomeram em torno da minha carteira, a professora aparece e eu ch...

Lua, sol, lua

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A noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite, a noite é dia, o dia é noite. Porque vale à pena.

Onanismo ao vento

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    Por motivos não alheios a minha vontade meu fuso horário deu uma virada. Longa madrugada. Não gosto de escrever e publicar no ato, no pós coito imediato. Deixo decantar, como café turco, horas depois passo o pente flamengo e publico. O que mais nos difere dos chamados irracionais é a consciência do afeto, apesar dos cachorros. Sempre converso normalmente com os cachorros que parece entender o que digo. Cachorro e sua vasta (na verdade infinita) paciência de ouvir, ouvir, ouvir. Na faculdade fiz um trabalho sobre isso, mas omiti o exemplo dos cães para que não achassem que é coisa de imbecil. O professor de Psicologia Social não gostou quando, para disfarçar, escrevi que os animais vivem única e exclusivamente de instintos, reflexos. O professor disse que viveu uma experiência num lugar bem perto de uma família de gorilas, o que virou a sua cabeça. Passou a achar que, de alguma maneira, os animais irracionais também tem essa percepção e me deu nota 7. No final do mês ...

Vácuo

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Afeto profundo. Abissal. Em cada lugar, mesmo inóspitas, lembranças, lembranças nítidas e um sentimento bem mais poderoso do que a saudade. É quando sentimos falta, muita falta, de pessoas e momentos que se eternizam no afeto profundo, lá embaixo, no abissal e quase indecifrável (?) inconsciente. O ser humano é diferente até dele mesmo já que a coerência radical, prima bem próxima da teimosia, é eventualmente burra. Por isso, por essa livre e saudável ausência de isonomia afetiva, cada humano tem com o afeto uma relação distinta. Com o afeto profundo, essas diferenças se abrem como grandes abismos e muita gente não consegue lidar com ausências. Acham que o choro é fraqueza, que o lamento é covardia dispensável, marmita requentada, que o “estado blues” que nos acomete tem que ser massacrado, assassinado, deletado, arquivado, atirado no lixo, em nome de uma suposta superioridade emocional. Dizem que os ocidentais, em especial os pequeno-burgueses, preferem ignorar o afeto profundo. É mai...

Página da Rádio LAM no Facebook se transforma em grande bate papo sobre rock e blues

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A recém criada página da Rádio LAM no Facebook já virou um polo de informações, papos e debates sobre rock. A página fica neste link:   https://www.facebook.com/groups/148373463830194 É liberada, sem restrições. No grupo estão reNomados conhecedores de música em geral e rock e blues em particular que valorizam ainda mais a qualidade da programação da Rádio LAM. Para ouvir, clique aqui: www.radiolam.com.br Em breve, a rádio fará promoções em sua nova página.

Celular é o novo radinho de cabeceira

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Ouvintes mandando e-mails para radiodolam@gmail.com com elogios que nos dão mais energia para seguir na missão. O Eduardo Motta Outeiral mandou ontem: “Já virou minha rádio de cabeceira, me fez voltar aos velhos tempos da Maldita, parabéns pela ousadia e obrigado por nos tirar da mesmice das outras rádios. Vida longa ao Rock n' Roll e a Rádio LAM. Grande abraço!” Respondi agradecendo. Aliás respondo a todos. Lembrei que o radinho sempre foi meu companheiro de cabeceira e atualmente quem está nessa função é o celular, conectado em https://radiolam.wixsite.com/24horas O som é muito melhor, em estéreo, mas a essência é a mesma. Radinho na cabeceira faz bem, é uma companhia, uma presença. Espero que mais e mais ouvintes estejam nessa.